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ESPEDIÇÃO SOLIDÁRIA PERCORRERÁ RIO SÃO FRANCISCO

Por: Gilberto Camargos
A Equipe de voluntários é composta por biólogos, engenheiro florestal, oceanógrafo, geógrafo, ecologista, botânico, fotógrafo e cinegrafista e realizará o maior trabalho sócio-ambiental já feito no mundo em um rio que nasce e morre dentro de seu próprio país.
Expedição solidária percorrerá Rio São Francisco

Registrar tudo em 300 fitas de vídeo, ensinando, pesquisando, denunciando e prestando assistência às carentes comunidades ribeirinhas. Este é o objetivo da Organização não governamental Verde Brasil presidida pelo jornalista e ambientalista Gilberto Camargos, pioneiro em trabalhos voluntários no Rio São Francisco e mais sete amigos que partem dia 01 de junho de 2004, na Expedição Ecológica.

A Equipe de voluntários é composta por biólogos, engenheiro florestal, oceanógrafo, geógrafo, ecologista, botânico, fotógrafo e cinegrafista e realizará o maior trabalho sócio-ambiental já feito no mundo em um rio que nasce e morre dentro de seu próprio país. Em parceria com o Ministério do meio ambiente, a equipe subsidiará com dados, a Revitalização do Rio São Francisco e contará com a participação especial do Assessor ministerial Maurício Laxe do MMA e com a chefe de arrecadação do Ibama Edilene Lima que participarão da equipe por 30 dias.

Além de retratar a vida da comunidade ribeirinha eles executarão alguns projetos sociais.

Em cento e vinte dias percorrendo os 3.161 quilômetros de extensão do Rio São Francisco com barco e carro de apoio, pretendem fazer: documentário completo em 300 fitas de vídeo mostrando as condições de vida da população ribeirinha, as belezas naturais e as agressões ao rio ao longo de todo o seu curso, incentivo para o ecoturismo conservacionista como meio de vida e preservação e principalmente de um desenvolvimento auto-sustentável; palestras sobre a importância de preservar; conscientização dos ribeirinhos de sua dependência do rio através de apresentações teatrais com um personagem; ministrar pequenos cursos de reciclagem utilizando o lixo retirado do rio; visitas às pequenas, médias e grandes empresas localizadas nas cidades ribeirinhas; analisar, pesquisar e denunciar desmatamentos, uso e ocupação inadequados do solo e práticas não conservacionais, lançamento de esgotos sem tratamento, uso indiscriminado de agrotóxicos e fertilizantes, assoreamento dos cursos d’água, desperdício de água, pesca predatória, exploração mineral sem controle, degradação das lagoas marginais, falta de integração dos órgãos governamentais e ausência de coordenação.

"Escolhi o Rio São Francisco porque desde criança realizo trabalhos voluntários nele e porque é o rio econômica e geopoliticamente mais importante do País. Ele liga o Sudeste ao Nordeste", diz Gilberto. "Apenas em sua bacia, moram 15 milhões de pessoas e a maior parte dos habitantes das margens vive em condições de pobreza”.

Apesar da carência, há uma minoria muito rica na região que produz frutas e verduras com irrigação artificial. "Queremos mostrar este contraste e retratar a relação homem/natureza no São Francisco. A diversidade é muito grande no percurso”.

“Para ajudar os moradores ribeirinhos pobres, a expedição tem três projetos sociais: o primeiro é ensinar como ganhar dinheiro transformando o lixo do rio em produtos artesanais como vassouras de garrafas plásticas de refrigerante e outros. O segundo será o incentivo através de palestras sobre importância de preservar o rio e como utilizar seus recursos sem destruir. E o último, ensinar e incentivar o ecoturismo na região com os recursos de que dispõem. Além de contar como é o cotidiano dos sertanejos, tentaremos ajudá-los”.

Para descobrir e documentar a vida nas cidades ribeirinhas, o grupo vai visitar todas as cidades que estão no leito do rio. "Faremos um contato com a realidade que eles enfrentam diariamente”.
O trajeto passa por cinco Estados, começando na Serra da Canastra, onde o Rio nasce, terminando em Sergipe, onde deságua no Atlântico.
Manteremos os meios de comunicação informados a cada dois dias sobre todos os acontecimentos”.
Quem quiser monitorar todo o trabalho e conhecer as histórias do Velho Chico poderá fazê-lo através do nosso site.
Este trabalho não tem fins lucrativos e todos componentes da equipe são voluntários, amantes do rio e da natureza. Se você gosta desse tipo de trabalho entre em contado, pois na equipe ainda tem vaga para mais um participante. camargos@bol.com.br - www.rsaofrancisco.hpg.com.br
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