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PFL em festa com a posse de Marco Maciel na ABL

Por: Fonte: Agência PFL
Na sua opinião, “somos um povo operoso, assumimos desafios e superamos obstáculos.
O senador Marco Maciel (PFL-PE) assumirá a cadeira 39, que teve como último ocupante o jornalista e empresário Roberto Marinho.

A cadeira 39 foi ocupada até agora por oito acadêmicos: Francisco Adolfo de Varnhagen (fundador), Oliveira Lima (fundador), Alberto de Faria, Rocha Pombo, Rodolfo Garcia, Elmano Cardim, Otto Lara Rezende e Roberto Marinho.

Entre as principais obras publicados pelo novo imortal, constam: Vocação e Compromisso, Educação e Liberalismo, Liberalismo e Justiça Social, Idéias Liberais e Realidade Brasileira. Maciel será saudado pelo acadêmico Marcos Vinícios Vilaça.

Marco Antônio de Oliveira Maciel nasceu em 21 de julho de 1940 no Recife. É Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Casado com Anna Maria Ferreira Maciel, é pai de Gisela, Maria Cristiana e João Maurício.

Sua carreira política é notável. Representa, pela terceira vez, o Estado de Pernambuco no Senado Federal. Em 1994, foi eleito Vice-Presidente da República, cargo para o qual foi reeleito em 1998, na chapa do Presidente Fernando Henrique Cardoso.

Advogado, Professor titular de Direito Internacional Público da Universidade Católica de Pernambuco, licenciado no momento, sua iniciação na política ocorreu, pode-se dizer, ainda na época estudantil, quando presidiu o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Pernambuco e a União dos Estudantes de Pernambuco.

A experiência parlamentar inicia-se com a eleição para a Assembléia Legislativa de Pernambuco, na legislatura 1967-1971, quando foi Líder do Governo. Em seguida, foram dois mandatos como Deputado Federal (1971-1979), encerrados no exercício da presidência da Câmara dos Deputados (1977-1979). A experiência parlamentar de Marco Maciel consolida-se ao ser eleito Senador por Pernambuco, sucessivamente, em 1982 e em 1990, ocasião em que foi Líder do Governo e Presidente Nacional do PFL.

Na esfera executiva, estadual e federal, Marco Maciel foi Governador de Pernambuco, de 1979 a 1982 e, convidado por Tancredo Neves, Ministro da Educação e Ministro-Chefe do Gabinete Civil da Presidência da República, no Governo José Sarney.

O senador consolidou seu espaço na história do Brasil ao tornar-se, em 1984, um dos principais líderes da dissidência do PDS que garantiu a eleição de Tancredo Neves e a transição pacífica do regime militar para o regime democrático.

A redemocratização foi uma das grandes lutas de Maciel. Ele rompeu com o regime militar, apoiou Tancredo Neves e, em seguida, formou o PFL. Além de personagem da história, o senador pernambucano é um analista primoroso dos fatos políticos.

Sempre disposto a examinar, com equilíbrio e inteligência, o nosso destino como Nação, Maciel considera que foi na Bahia que começamos o grandioso processo de miscigenação e crescimento de que nasceu, na observação de Gilberto Freyre, a mais bem sucedida "civilização dos trópicos". “O êxito, contudo, não nos dispensa de repensar nossas carências, lamentarmos nossas oportunidades perdidas ou comemorarmos as conquistas”, assinala.

Segundo ele, “na Independência, éramos cerca de três milhões de habitantes de um imenso País, desconhecido em sua maioria e cercado de incertezas. Passamos de uma sociedade sem classes para uma imensa sociedade de massas, complexa, criativa e inquieta. Construímos nossas próprias instituições, passamos de Monarquia à República, e de um Estado unitário a uma assimétrica e diversificada Federação. Criamos indústrias, rasgamos estradas, intensificamos nosso comércio e exploramos uma parte de nossas riquezas naturais. Sob muitos aspectos, a vida social transformou-se”.

“A miscigenação nos enriqueceu, mas não superou alguns dos nossos graves problemas”, explica. “Houve revoltas, rebeliões e insurreições, mas conseguimos que os sentimentos democráticos sobrevivessem como uma aspiração permanente”, completa.

“A vida política tornou-se, ao mesmo tempo, mais participativa e conflitiva, como em toda democracia” afirma. “Sabemos o que somos, de onde viemos e seguramente o que queremos. O que talvez nem sempre tenha sido claro é o caminho que teríamos de trilhar para atingir nossos objetivos”.

Ponderado –“a história, sabemos, não é uma trajetória linear sem atalho”- Maciel lembra que às vezes há retrocessos mas, a despeito deles, é possível avançar. “A crença de que temos um grande destino parece ter permeado a nossa civilização”, reconhece.

Na sua opinião, “somos um povo operoso, assumimos desafios e superamos obstáculos. Temos unidade territorial e unidade lingüística. Mantemos a unidade nacional, sem artifícios, sobretudo porque soubemos valorizar a diversidade. Tudo isso é enorme patrimônio de que podemos nos orgulhar. Padecemos as dores do crescimento e muitas delas, ainda, estão presentes no nosso cotidiano, como os constrangimentos impedindo que o bem-estar possa ser desfrutado por todos”.

Ele destaca que “a vida real, a realidade econômica e os transtornos políticos inspiram a poderosa e talentosa literatura a um acentuado espírito crítico, um enorme sinal de vitalidade. Enriquecemos, nesse campo, a língua que herdamos. Nossa grande contribuição à convivência de tantas raças, de muitas origens e de várias culturas, talvez tenha sido, contudo, a mobilidade social extremamente rica de um País em constante transformação e sujeito a sucessivas e intermitentes mudanças. Aqui, convivem as mais variadas confissões religiosas e os descendentes de outros povos que adensaram o nosso patrimônio cultural, intelectual e moral”.

Para Maciel, “o que é mais importante é estarmos, finalmente, no caminho certo: instauramos a democracia, estamos consolidando um processo de desenvolvimento sustentado e marchamos – o que é extremamente significativo – para vencer as enormes desigualdades sociais, individuais e regionais”.

Otimista, Marco Maciel acredita que “para que o Brasil do futuro se diferencie do Brasil de hoje, sob diversos aspectos, é preciso uma firme determinação de sua sociedade, sem que isso implique jamais eliminar divergências, o que em última análise, significaria, por fim à nossa rica diversidade, um dos nossos maiores patrimônios da nossa história”.



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